sábado, 8 de agosto de 2009

é...

...o vento veio contra o cais. a vida não acostumou. o barco balançou. lutou. lutou. mas cedeu, e virou. e de joelhos, eu peço aos céus para não lhe perder. espero que tenha alguém em casa. odeio infinitamente as descrenças em amizade. mais odiados aínda, os descrentes no amor fraterno, na irmandade. incrédulos e idiotas. digo aínda que carentes. pois não tiveram meu privilégio. eu tenho você. não tem asas. não desceu dos céus. é de carne. é de osso. é de fé. e aínda é um anjo. obrigado.

3 comentários:

Bruna Zordan Borges disse...

perfeito, perfeito!

Amanda disse...

"É, pode ser do vento vir contra o cais... Pode ser do barco tananana maré... E se já não vejo os seus sinais" Perceba, esqueci a letra, mas to ouvindo outra música agora e aí me confundo e... Enfim haha. Muito bom.

Amanda disse...

IR contra o cais