quarta-feira, 11 de abril de 2012

pra não deixar morrer.

trazia nos olhos imenso farol,
e as vendas que eu tinha larguei num só nó.
pois quase ceguei seu imenso fervor,
num tiro, uma queda, me fez teu senhor.

crescente quimera que os sonhos altera,
que fazes de mim um sorriso que só
que fazes da vida não mais quiquoprós,
e fala da gente como se faz sol.

 que a tarde caia, eu via aqui só.
 faltava teu corpo deitado no meu.
 meus lábios procuram querendo o teu rosto,
 minhas mãos sobrecaem no meu lado, teu posto!

 me tens de um inteiro que nem sei contar,
 um tanto de asas batendo no ar.
 e nem um estado vai nos emplacar,
 meu bem, seja o mundo, vou atravessar!



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